Em outubro de 2026, o Brasil volta às urnas para escolher presidente, governadores, senadores e deputados federais e estaduais. É um momento decisivo, e confesso que penso bastante sobre o papel que os  jovens  tem nesse processo. Não é exagero dizer que o resultado dessa eleição vai moldar o país em que viveremos, trabalharemos e criaremos nossos filhos nos próximos anos.

Cresci ouvindo que política "não é assunto de jovem", que os jovens se devem se preocupar com estudo, trabalho, com a vida que está começando. Mas hoje entendo o quanto essa ideia é equivocada. Educação, emprego, meio ambiente, segurança, tecnologia, saúde mental: quase tudo o que afeta diretamente a nossa geração é decidido por quem ocupa cargos públicos. Se não participamos das escolhas, corremos o risco de conviver com decisões tomadas sem levar em conta nossas necessidades e nossos sonhos. Não tenho a pretensão de dizer em quem cada pessoa deve votar  essa é uma decisão individual, que passa pelos valores e pelas prioridades de cada um. Mas defendo, com convicção, que essa escolha seja feita com consciência, e não por impulso, modismo ou influência de quem grita mais alto. Um voto bem pensado é um voto que carrega responsabilidade: com quem vamos ser governados, com as leis que vão nos afetar diretamente e com o tipo de sociedade que queremos construir.

Por isso, participe, acompanhe as propostas dos candidatos e o mais importante vote! Cada voto importa e cada voto tem o seu peso.

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