A briga hoje é por poder e recursos, mas também foi por anos entre povos e historias de massacres passados de geração a geração. Portanto novas guerras a frente nos esperam, fomentadas por grupos dominantes que desejam se manter no controle mundial.

Não é a toa que as nações buscam sua melhor versão dentro do cenário geopolitico. Nossos investimentos e parcerias econômicas nos conduzem a acordos vantajosos para desenvolvimento e participação na mesa de decisões importantes, ou deveria ser esse nosso objetivo.

Mesmo que sejamos o primo pobre dessa festa estar adequado e aprender a se posicionar entre os grandes é essencial para que nossa sobrevivência e desempenho diante de tantos desafios desse novo tempo.

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Nosso governo federal, estadual e municipal estão trabalhando cegamente para sermos excluidos de tão importante papel: zelar pelo futuro de nossa nação, obtendo vantagens econômicas, boa gestão de recursos, investimentos estrangeiros, respeito pelo brasileiro no exterior e preparando nossos jovens a serem mais adequados como mão de obra qualificada.

Existe uma passagem biblica que diz: “O meu povo perece por falta de conhecimento”Oseias 4:6, quer dizer que nossa ignorância custa caro, ou até a vida dos que amamos. Sem ser alarmista, nem pessimista, mas como mãe creio que não há ensino sobre técnicas adequadas para solucionar conflitos nas escolas, projetos, empresas e midias sociais, deixando apenas nas mãos dos tribunais abarrotados de processos, ou pior justiça pelas proprias mãos. 

Atônitos assistimos violência em nosso quintal. Não é só a impunidade, é também descaso, falta de gestão e população sem perspectiva.

Não há declaração da ONU contundente ou resolutiva sobre os conflitos internacionais atuais.

Se um orgão tão importante não diminui guerras, o que nos resta afinal? Será que dentro da nossa soberania o governo pode ser exemplo para os nossos cidadãos? 

Não temos uma crise apenas nas nações, temos na verdade um crescente egoísmo e maldade causando desestabilização de economias para beneficiar pequenos grupos.

Somos importantes para o mundo é um fato, o Brasil ganhou mercado e respeito, mas ano que vem precisamos aprender a negociar melhor, votar certo e resolver conflitos através de representantes sérios e responsáveis.

Não é somente nosso futuro e sim o de todos decendentes que ainda pretendem viver em uma nação acolhedora e frutífera, onde plantando tudo dá. 

Que sejamos conhecidos pelo país “mediador” onde todas as nações são bem-vindas para negociar e viver sem discriminação ou perseguição. Isso começa em casa, na base, nas instituições, na liderança local, uma corrente do bem que insiste em viver a paz que desejamos.

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FONTE/CRÉDITOS: Por Vânia Abreu