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Em todos os tempos da história nossos antepassados passaram por um ritual simbólico que determinava a contratação de alguma sociedade, acordo, pacto territorial, união familiar através do casamento etc.
Depois da escrita os documentos ganharam um peso importante na sociedade, as pedras, o papiro, tecidos, papel de celulose etc, assim como brasão de dinastias ou reinos foram sendo substituidos por cartórios e pessoas idôneas para corroborar a veracidade e todas as cláusulas dos contratos.
As pessoas não entendem muito sobre pactos e promessas implícitas, aquelas que fazemos sem se dar conta, talvez aquelas que menos damos importância são as mais valiosas. Nascimento, relação íntima, transferência de bens, entrada de emprego, religião, associação ou grupos.
Cada momento que entramos em um novo projeto vamos movimentar nossa consciência para terminá-lo ou ao menos concluir as etapas que faremos parte.
Os prazos dos contratos de trabalho são indeterminados pela legislação, cabendo sempre a ambas as partes negociarem se continuam ou não. É possivel alterar se não houver prejuizo para o colaborador.
Sociedades, regras urbanas, deveres e direitos da cidadania é um fluxo continuo de mudanças, em regra deveriam sempre beneficiar os mais vulneráveis, sem contudo causar injustiças com leis de aparente maldosas com algumas partes que envolvem interesses escusos ou prejudiciais.
Portanto qualquer contrato, lei, norma ou regra coletivas precisam de estudo detalhado, para que não tragam consigo as letras miúdas abusivas que tanto fazem parte de relações em desequilibrio e equivocados.
Antes objetos e sinetes fechavam acordo, agora é necessário a utilização de cartórios para validar nossas ações. Porque isso? Nós seres humanos em todo globo terrestre temos a tendência de não cumprir o que prometemos.
As relações se fragilizam porque não há confiança, muitas traições, muita infantilidade, desacertos e um engano generalizado que causa desvantagem para quem efetivamente cumpre.
Nossos tribunais estão cansados de julgar causas que deveriam ser resolvida entre as partes que conjutamente acordaram.
A mediação ajuda esse processo de cumprimento, 40% de nossos processos poderiam estar resolvidos de maneira privada. Mais de 95% dos acordos tem cumprimento do que se resolveu, isso no Brasil, dados do TJSP. Nossa sociedade está preparada para cumprir promessas a única dificuldade é de nós entendermos que precisamos fazer parte desse processo com protagonismo das partes.
A vida passa rápido, muitas vezes temos acontecimentos inesperados, prejuízos, calamidades, acidentes, perdas, nascimentos, mas o que fica é a verdade com que tratamos nossos compromissos.
Principalmente quando nos aliamos a alguém, é muito importante aprender que suas ações de afeto ficam marcadas na mente das pessoas e reconhecer as falhas também é muito importante para seguir em paz.
A vida anda mais leve se você assume erros e perdoa, afinal disse o mestreJesus “perdoai as nossas ofensas assim como nós também perdoamos a quem nos tem ofendido. Essa lei de amor mútuo nunca acaba. Essa Lei nunca será revogada e sempre será cumprida por quem a determinou.
Conheça, participe, compartilhe a cultura de paz através da mediação.
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