Ao longo de muito tempo venho notando que as relações continuadas ou aquelas que perduram pelo tempo como familiares, societárias, sucessórias ou qualquer assunto que te mantem em vínculo com outras pessoas, o fator CULPA tem destruído a convivência. Longe de tentarmos entender o que leva alguém a se sentir culpado mas notamos alguns problemas quanto a sua resolução. A culpa é um sentimento. Esse sentimento vem após uma pessoa julgar a si mesmo por um comportamento passado. Mas se estamos preparados para sermos tão severos conosco imagina com os erros alheios.

Na outra matéria falei sobre a perfeição, se sairmos dela muitos não aceitam e vivem se martirizando, se um erro acontece acaba sofrendo pela culpa. Errar é humano mas sair do erro requer coragem e aprendizado para não possibilitar repetição de padrão. Da culpa submerge a vergonha, o julgamento, a autocritica, a autopiedade, a autocomiseração, a rejeição, o abandono, a procrastinação, a falta de fé e a vilã de todas a imaturidade para lhe dar com os desafios da vida.


Morte do “EU” ou tornar-se um mártir, a expiação como reparação dos danos que próprio causei, assim não consegue achar saída sem dor e lamentação. Ao mesclar as informações em uma reunião de mediação observamos que os participantes desconheciam os sentimentos do outro, não era aquele fantasma ou muro erguido, simplesmente a cura vem pelo reconhecimento do erro e o desejo de reparação na medida do possível. Não precisamos morrer pela nossa família e projetos, na verdade é preciso viver cada experiencia para não ter a sensação que andar mais uma milha faria diferença. Qualquer cônjuge saudável, pai ou mãe ficariam felizes com a vida feliz do filho, seus subordinados ficariam
inspirados com a alegria e determinação no trabalho, amigos se esforçariam mais por aquele encontro marcado, mas a vida poderia ser mais leve se carregássemos experiências resolvidas sem julgamentos e sim soluções.

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Mentoria serve para isso, pessoas que já passaram por momentos difíceis e ensinam como solucionar cada conflito com leveza e possibilidades.

FONTE/CRÉDITOS: Vania Abreu