Escrevo este artigo movido por uma convicção que carrego comigo: A participação das mulheres na política e na sociedade não é apenas uma pauta identitária, é uma necessidade democrática. Em pleno 2026, ainda precisamos reafirmar o óbvio, não existe democracia plena sem a presença ativa, qualificada e respeitada das mulheres nos espaços de decisão.
 
O Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, não é apenas uma data simbólica. É um marco de reflexão, memória e sobretudo, de compromisso com o futuro. Ele nos lembra das lutas históricas por direitos básicos como votar, estudar, trabalhar com dignidade e também evidencia o quanto ainda precisamos avançar.
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Quando falo em participação política, não me refiro apenas à ocupação de cargos eletivos. Falo da presença nos conselhos, nas associações, nos movimentos sociais, nas lideranças comunitárias, nas organizações da sociedade civil e em todos os espaços onde decisões são tomadas. A política está no cotidiano, nas escolhas que impactam diretamente a vida das pessoas. E as mulheres precisam estar onde essas escolhas acontecem.
 
Eu acredito que a presença feminina transforma ambientes. Mulheres trazem novas perspectivas, ampliam o olhar sobre políticas públicas, fortalecem pautas sociais e contribuem para decisões mais sensíveis às realidades diversas da população. 
 
Uma sociedade equilibrada exige representatividade.
Ainda enfrentamos desafios importantes como: desigualdade salarial, dupla jornada, preconceito estrutural entre outros. 
 
Precisamos mudar essa lógica.
Defendo que incentivar meninas e jovens a compreenderem seu papel político desde cedo é fundamental. Precisamos formar lideranças femininas preparadas, confiantes e conscientes da sua força. Precisamos criar redes de apoio, garantir segurança e ampliar oportunidades.
A participação das mulheres não é uma concessão é um direito. E mais do que isso, é um fator determinante para o desenvolvimento social e econômico. Países e cidades que investem na inclusão feminina colhem resultados em educação, saúde, assistência social e inovação.
 
Neste artigo, renovo meu compromisso com essa causa. Que não seja apenas uma data de homenagens, mas de ação concreta. Que possamos abrir portas, ocupar espaços para inspirar as mulheres.