Falar sobre submissão em termos religiosos e tradicionais conservadores é capaz de algumas pessoas terem até um arrepio ou até linxamento dos adeptos  puritanos. Não é uma discussão contra normas e convenções, e sim atenção sobre uso dos costumes. Submissão quer dizer estar coberto por conceitos e crenças, ligado à humildade, entrega, obediência, mas também se refere a envio de documentos ou declarações.

As matérias ou editoriais chamativos querendo clicks e vizualização adoram provocar discussão na sociedade sem propor reflexão profunda sobre o assunto.

Longe de querer impor reações e dividir pessoas sobre seus pensamentos, valores e interesses, aprendemos em mediação a poupar os demais de julgamento. O melhor é sempre aprender como a vida poderia ser conduzida para melhor, com aproveitamento das etapas sem orgulho ou preconceito.

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Ego inflado gera muito desgaste e os baques da vida trazem desconforto para no final reconhecermos quão importantes eles foram para nossa alegria futura. É no final que se conta a história, no meio a gente ainda é um aprendiz e até nosso livro de dias se encerrar aprender sobre o ser humano se faz necessário com humildade.

Olhe bem as grandes religiões, poucos adeptos realmente reconhecem a equidade de importância entre gêneros, como se quem nos criou quisesse mesmo tirar autonomia de vontades ou menosprezar um em detrimento do outro.

Amor próprio não vem de humilhar os demais ou diminuir a importãncia dos outros para nos sentirmos adequados ou empoderados. Ele vem de se reconhecer como inteiro e suficiente. Independente do gênero o ser humano tem valor e ser reconhecido pelo outro traz mais leveza e produtividade.

Muito se fala do empoderamento feminino em oposição ao patriarcado religioso imposto pela sociedade/religião. Foi fácil dizer que a perdição veio da Eva. Todos nascemos de uma mulher valorizar seu útero é no mínimo primordial. A religião não substitui o bom senso, é obvio que somos suscetiveis às conversas manipuladoras, quem nunca caiu no conto do “vigário”? Fato é que onde há medo há sensação de ameaça. Interpretamos errado os textos bíblicos, com dureza e frustração educamos pessoas sem amor, só pela fonte amarga da decepção relacional. 

Quando a mulher é respeitada e amparada torna-se meiga e doce está pronta para cuidar, suprir, submeter, essa conquista vem, exclusivamente, de pacificação social, não de poder coercitivo. As mulheres atualmente aprenderam sobre amor próprio e isso incomoda muita gente. Dizer não tem sido um grande problema social e reeducar é urgente, um dever de todos.

Os homens desejam a pacificação embora alguns usam falas ríspidas, muitos buscam o certo ainda que carreguem o peso do passado aprendido. Paciência e bondade são ferramentas essenciais para unidade.

As famílias, empresas e comunidades ainda não entenderam mas conseguirão em breve amenizar esse caos com diálogo e esforço mútuo.

Controle revela o caráter, amor próprio ajuda no diálogo, cada um contribui com o que tem, revelar sua vivência e desejos ajuda o entendimento.

Algumas formas de imaturidade se revelam assim: quem testa quer controle, quem provoca quer reação, quem te desvaloriza quer poder, quem te confunde quer domínio, quem pressiona quer vantagem, quem desestabiliza quer posição, quem te diminui quer competição.

O saudável tem falas amenas pois o mais forte é gentil, mais esperto é calado, o mais prospero é simples, o mais alegre é discreto. Poder real não precisa provar nada a ninguém. Ame-se para poder ser amado.

Conheça, participe, compartilhe a cultura de paz através da mediação.

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